cultura da soja

Guia completo sobre a cultura da soja

É de conhecimento geral que a cultura da soja tem grande importância mundial. O seu impacto é não apenas econômico, mas também alimentício, sendo a soja um elemento presente em diversos alimentos e produtos. No entanto, o conhecimento sobre o que levou essa cultura a ser tão importante ainda é algo desconhecido por muitos.

O objetivo deste guia é justamente fazer um levantamento geral sobre o cultivo no Brasil e no mundo e sobre o que gerou a sua rápida expansão, assim como trazer informações sobre as principais doenças e pragas que podem afetar a sua produção. Continue a leitura e saiba mais!

Cultura da soja

A soja é uma oleaginosa, pertencente à família Fabaceae, que abrange também plantas como o feijão, a lentilha e a ervilha. A cultura desse grão é uma das mais importantes para a economia mundial, devido às suas várias possibilidades de aplicação. Na indústria alimentícia, por exemplo, ela é usada como matéria-prima na produção de massas, chocolates, óleos, margarinas e maioneses, além de diversos outros alimentos. 

Um dos seus componentes é a lecitina, que é usada na produção de salsichas, sorvetes, barras de cereais, entre outros produtos. O elemento atua como um emulsificante, componente que varia entre as texturas plástica e fluida, dando consistência aos alimentos. 

A sua aplicação na indústria química varia, podendo ser utilizada na composição de plásticos, lubrificantes, vernizes, tintas, adesivos, cosméticos e solventes. O grão também faz parte da produção de biodiesel. Além disso, sua aplicação se estende à indústria de alimentação animal, sendo o farelo da soja o principal componente de rações.

Mas por que a sua utilização é tão extensa e versátil? Os principais motivos para isso são o elevado teor de óleo e também proteínas. Sem contar que, enquanto matéria-prima, ela tem um padrão, podendo ser produzida e negociada por diversas nações, apresentando alta liquidez e demanda. 

História e expansão

A soja é originária de uma região denominada Manchúria, localizada no nordeste da China. Entre o século XV e o começo do século XVII, os portugueses e espanhóis, seguidos por outros países europeus, exploraram o mundo de maneira intensiva em busca de rotas de comércio novas.

Foi então que, em XVII, eles descobriram e levaram a planta da China para o continente europeu. Durante quase dois séculos, a soja permaneceu apenas como uma curiosidade botânica, ficando exposta nos jardins da corte.

A sua chegada à América se deu por volta dos anos de 1890. Nos Estados Unidos, a princípio, ela foi cultivada como forrageira, sendo utilizada na alimentação animal.

No Brasil, a primeira notificação que se tem sobre a soja é de 1882, na Bahia, mas só em 1891 que novas cultivares foram introduzidas, visto que as primeiras não se adaptaram bem. Posteriormente, já nas décadas de 1940 e 1950, o cultivo se expandiu para o Paraguai, México e Argentina.

Brasil

Como apresentado, a soja aportou no Brasil em 1882 na Bahia, mas foi em entre 1900 e 1901 que o Instituto de Agronomia em Campinas promoveu a primeira distribuição de sementes para os produtores rurais do estado de São Paulo.

As chamadas cultivares para consumo humano foram trazidas apenas em 1908 por imigrantes japoneses. No entanto, oficialmente, a cultura foi introduzida no país pelo Rio Grande do Sul, em 1914, na região de Santa Rosa, que tinha um clima parecido com o dos EUA, favorecendo o desenvolvimento da planta. Mas foi a partir de 1924 que os primeiros plantios voltados para o comércio foram iniciados. 

A importância econômica passou a se sobressair a partir dos anos 1940. Pela primeira vez, em 1941, foi registrado o cultivo comercial de soja no país, tendo registro no Anuário Agrícola do Rio Grande do Sul. Nesse mesmo ano, o país tinha uma área de produção de 640 hectares, gerando 450 toneladas de grão por ano. Apenas 8 anos depois, em 1949, o Brasil apareceu em estatísticas internacionais, pois a produção havia subido para 25 mil toneladas.

Foi então que a nação passou a ter uma política de subsídios ao trigo, a fim de conquistar a autossuficiência do grão em 1960, abrindo caminho para que a soja passasse a ter um papel de suma importância. A dobradinha trigo no inverno e soja no verão passou a prevalecer nas lavouras sulinas. Inclusive, foi na década de 1960 que houve um salto na produção, de 206 mil toneladas em 1960 para 1,056 milhão de toneladas em 1969, sendo a maior parte do volume produzida no sul do Brasil. 

A região continua sendo um grande produtor, mas atualmente o Mato Grosso ultrapassa em números a produção. Apesar de localizado em uma área onde predomina o Cerrado, que não apresentava as melhores condições para o desenvolvimento da cultura, pesquisas sobre fertilização dos solos, assim como a topografia plana da região, favoreceram o aumento da produção e da produtividade nessa região da unidade federativa. 

Além disso, o melhoramento genético permitiu a expansão do cultivo em outras regiões tropicais. Mesmo em baixas latitudes, houve evolução, e o Brasil se destaca nos estudos na área — afinal, o país teve um salto exponencial na sua produção e atualmente é um grande representante do mercado.

Área e produção

De acordo com o ranking de 2021, a soja foi o produto mais exportado pelo país, o que coloca o Brasil em 1º lugar no ranking mundial de produtores da leguminosa, com a venda de 85,6 milhões de toneladas para fora do país.

Em levantamento sobre a safra 2020/2021, a Conab apontou que a área plantada foi composta por mais de 68 milhões de hectares. Apesar disso, o país é líder em exportações. A Conab estimou que a safra de 2020/2021 no Brasil bateu o recorde de produção de soja, atingindo o patamar de 135,4 milhões de toneladas, sendo 77 milhões de toneladas destinadas a exportações.

De acordo com a Embrapa, em 2020, o maior exportador de grãos foram os Estados Unidos, com 138 milhões de toneladas. O Brasil está em segundo lugar, com 122 milhões de toneladas. Mas, nos próximos cinco anos, o Brasil deverá superar os Estados Unidos em exportação. Vale lembrar que o escoamento da safra brasileira acontece na entressafra americana, quando os preços atingem a maior cotação.

Etapas do cultivo de soja

O cultivo de soja pode ser dividido em algumas etapas. Certamente a primeira etapa é a semeadura, assim como a última será a colheita. A atenção a elas deve ser dada, especialmente, por produtores que desejam aumentar a produtividade de suas lavouras.

1. Cobertura do solo

A cobertura de solo é a melhor forma do produtor reter a umidade do solo e reduzir de incidência de plantas daninhas na lavoura. Por isso, o indicado é que haja um sistema de sucessão e, posteriormente, rotação de culturas.

Para cobertura do solo ou suprimento inicial de palha, a Embrapa indica a escolha por espécies e cultivares antecessoras que produzam grandes quantidades de massa seca, com relação carbono/nitrogênio elevada, e baixa taxa de decomposição. As principais opções são sorgo, milheto, aveia e milho, principal espécie cultivada em sucessão à soja no Cerrado brasileiro.

A escolha das espécies para cobertura do solo também precisa levar em conta a ocorrência de pragas, nematoides e doenças. Assim, deve-se considerar também o ciclo e os hábitos destes, o tipo de patógeno e o sistema de cultivo implantado.

2. Adubação e correção do solo

Antes de iniciar o plantio, é necessário que o solo seja adubado. A adubação começa com a análise do solo, segue com a correção da acidez e termina com a aplicação correta do fertilizante. Portanto, para saber se um solo tem os nutrientes necessários em qualidade e quantidade, deve-se primeiramente fazer sua análise.

A adubação consiste em adicionar ao solo a quantidade de nutrientes que preenche a lacuna entre o que a planta exige e o que o solo pode fornecer, acrescentando também a quantidade perdida. A perda dos nutrientes do solo é comum e ocorre naturalmente por retirada e exportação pela parte colhida da planta, por lixiviação através da água da chuva, por erosão, por imobilização pelos organismos presentes no solo e por fixação pelas partículas do solo.

A correção do solo é feita por meio da calagem, isto é, da distribuição de calcário agrícola no solo. Esta prática eleva o pH do solo, que na maioria das áreas agrícolas do país tem caráter ácido. A calagem do solo também elimina o efeito tóxico do alumínio, manganês e ferro para as plantas; aumenta a disponibilidade dos nutrientes para as plantas como: fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre, boro e molibdênio e aumenta a atividade microbiana e a liberação dos nutrientes pela mineralização da matéria orgânica.

3. Semeadura da soja

A fase de semeadura deve ser seguida de alguns cuidados. O primeiro deles é com relação à temperatura do solo, que deve variar entre 20ºC e 30ºC, sendo 25ºC a média ideal. Também é preciso ter atenção às chuvas, pois elas impactam especialmente na definição da melhor época para o início do plantio.

Além da época de semeadura, é necessário levar em consideração aspectos relacionados à operação, como a velocidade de deslocamento do conjunto trator e plantadora, e a profundidade da semeadura (variando entre 3 e 5 centímetros). A escolha de cultivares também é um fator relevante, e o produtor deve buscar aquelas que estão melhor adaptadas à região. Esses últimos pontos ajudam na logística de colheita, com melhor aproveitamento dos maquinários disponíveis, na redução de pragas e doenças e podem amenizar perdas em safras com problemas climáticos.

4. Manejo da lavoura

O manejo da lavoura de soja impacta diretamente a produtividade e a colheita final. É como diz o ditado: “o olho do dono é o que engorda o gado”.

Portanto, o recomendado é monitorar o desenvolvimento da lavoura, desde a evolução da semeadura até a colheita, cuidando para que não haja a incidência de pragas e plantas daninhas ou mesmo o surgimento de doenças. Como prática recomendada, a Embrapa sugere o manejo fitossanitário integrado, que consiste no monitoramento e manejo de insetos-pragas e inimigos naturais, de doenças iniciais e tardias e de plantas daninhas.

5. Colheita 

A colheita é uma importante etapa do processo produtivo da soja. À medida que as plantas se aproximam da maturação, as folhas ficam amarelas e caem, as sementes perdem sua umidade e é hora de iniciar a operação de colheita. Isso deve ser feito quando cerca de 95% das vagens apresentarem uma coloração marrom ou cinza.

Quando a soja é colhida com teor de umidade por volta de 13% e 15%, há uma redução em problemas mecânicos e de perdas. Vale lembrar que é importante que a manutenção da colheitadeira esteja em dia, uma vez que, caso isso não aconteça, a produtividade também poderá ser prejudicada. 

Principais pragas

As pragas podem atingir a lavoura de soja do plantio até a colheita e são um dos principais responsáveis pelas perdas de produtividade.

Muitos insetos podem ser encontrados na lavoura de soja. Entre os que podem causar danos à cultura, veja, a seguir, os principais:

Corós

Os corós que ocorrem em lavouras de soja incluem várias espécies e podem variar de acordo com as regiões do país. A presença de corós na lavoura geralmente só é notada quando começam a aparecer reboleiras de plantas com sintomas, distribuídas irregularmente na lavoura.

Embora possam ocorrer durante todas as fases de desenvolvimento da soja, os corós são particularmente nocivos logo após a emergência das plantas. A praga causa danos no sistema radicular da soja, o que pode levar ao enfraquecimento, tombamento e à morte da planta.  

Essas larvas têm um corpo recurvado e esbranquiçado, cabeça castanha/marrom, podendo chegar a 4 cm de comprimento. O controle da praga pode acontecer de forma biológica, ou seja, por meio de fungos e bactérias, mas também por meio do tratamento de sementes.

Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis)

A lagarta-da-soja é a principal desfolhadora da soja no Brasil. Ela geralmente apresenta coloração verde, com cinco estrias brancas longitudinais sobre o dorso. Em condições de alta população, assume a coloração negra, mantendo as estrias brancas.

Inicialmente, as lagartas raspam pequenas áreas das folhas, perfurando-as. Quando estão maiores, elas se alimentam da superfície foliar, inclusive das nervuras, o que pode fazer com que as folhas sejam completamente consumidas. 

O dano causado pela lagarta-da-soja é constituído pela redução da área foliar. À medida que aumenta o desfolhamento, os buracos unem-se e, nos casos mais severos, há perda total da folha, inclusive das nervuras e do pecíolo.

Mosca-branca (Bemisia tabaci)

A mosca-branca é um inseto sugador que pode atingir mais de 500 espécies de plantas. Ela tem cerca de 1 mm e a cor branca se deve à cera presente nas suas asas. Elas causam danos porque retiram nutrientes das plantas, além de transmitirem doenças. 

A planta de soja, quando infectada, pode sofrer alterações no desenvolvimento vegetativo e reprodutivo da planta, debilitando-a e reduzindo sua produtividade. A mosca-branca se estabelece na face inferior da folha, suga a seiva, extraindo nutrientes, podendo causar folhas com manchas cloróticas, murcha e queda.

A presença da mosca-branca na lavoura também forma a fumagina, fungo desenvolvido por meio da excreção dos insetos na superfície das plantas, prejudicando a captação de luz e, consequentemente, a fotossíntese. 

Ferrugem asiática, mancha-alvo, antracnose e outras doenças

Fungos e bactérias podem atingir a cultura da soja e causar doenças. Confira, a seguir, algumas das principais doenças que podem acometer as lavouras. 

Ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi)

Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é uma das doenças que mais preocupam os produtores de soja. O principal dano causado por ela é a desfolha precoce, o que impede o desenvolvimento dos grãos da soja, reduzindo drasticamente a produtividade da lavoura. 

A doença pode acontecer em qualquer estágio de desenvolvimento da planta. Sua principal característica são os pontos mais escuros nas folhas inferiores da planta, se comparado ao tecido sadio da folha. As lesões podem apresentar uma coloração verde-acinzentada, evoluindo para uma coloração marrom-escura ou marrom-avermelhada, podendo causar danos de até 90% nas lavouras.

Para o manejo da doença, é ideal respeitar o período de vazio sanitário, adequar a época de semeadura da soja, além de realizar a rotação de fungicidas. A escolha dos fungicidas deve priorizar o programa de manejo e levar em conta a utilização de produtos com diferentes princípios ativos.

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Mancha-alvo (Corynespora cassiicola)

A macha-alvo é uma doença foliar causada pelo fungo Corynespora cassiicola. A doença é uma das principais quando se trata da cultura da soja. Os principais danos causados pela mancha-alvo são as manchas em formato circular, com o entorno amarelo e um ponto negro central, por isso, o nome alvo.

O clima é um importante fator para o desenvolvimento das lesões nas camadas foliares da cultura da soja e a infecção é favorecida pela alta umidade. A evolução da doença pode levar ao desfolhamento precoce da planta e cultivares suscetíveis podem sofrer perdas de até 50% de produtividade.

As principais estratégias de manejo recomendadas para essa doença são: a utilização de cultivares resistentes, o tratamento de sementes, a rotação/sucessão de culturas com milho e outras espécies de gramíneas e o controle químico com fungicidas.

Antracnose (Colletotrichum truncatum)

A antracnose é outra das principais doenças que afetam a formação das vagens da planta da soja, sendo um grande problema nas áreas agrícolas do cerrado, devido às altas temperaturas e elevada precipitação. É considerada uma doença de final de ciclo da soja e, caso o ano seja chuvoso, a doença pode acarretar na perda total da produção.

Entre os principais sintomas, pode causar morte de plântulas e manchas negras nas nervuras das folhas, hastes e vagens. Pode haver queda total das vagens ou deterioração das sementes.

Mofo branco (Sclerotinia sclerotiorum)

O mofo branco é uma doença que tem a capacidade de infectar qualquer parte da planta. A soja tem uma fase mais vulnerável a essa doença, que vai do estágio de floração até a formação das vagens. O clima com alta umidade e as temperaturas amenas favorecem o surgimento do fungo. Outro ponto que vale destacar é que uma vez que a doença surge na área, ela é de difícil erradicação. 

Portanto, o uso de sementes certificadas e o tratamento de sementes são ações que ajudam no controle da doença. Entre as recomendações de manejo estão a adubação correta, o plantio direto, o espaçamento de linhas, a eliminação de hospedeiros e a rotação de culturas. 

Desafios dos agricultores

O cultivo da soja no Brasil tem crescido ano após ano, aproximando o país de se tornar o maior produtor mundial. No entanto, é fato que os produtores ainda enfrentam desafios e precisam estar preparados para que isso não comprometa a sua produtividade. 

Custo de produção 

Apesar do aumento da produção por hectare, o produtor ainda encontra algumas barreiras para a evolução, como o alto custo de produção.

De acordo com dados da Embrapa, o custo por hectare para a safra 2021/2022 deve girar em torno de R$ 4.700. O preço é composto pelas sementes, inoculantes, fertilizantes e defensivos, mas também é impactado pela alta do dólar, manutenções e tecnologias utilizadas.

Mudanças climáticas 

O plantio de soja é suscetível às mudanças climáticas e esse é um dos maiores desafios encontrados pelos produtores na atualidade.

Devido às mudanças climáticas, os padrões e os regimes de chuva têm se alterado. Por isso, cada vez mais será necessário investir em inovações e sustentabilidade no agronegócio. Além disso, estratégias para otimizar o uso dos recursos naturais, a manutenção da biodiversidade e o e manejo integrado sustentável também devem ser áreas prioritárias de investimento dos agricultores num futuro bem próximo.

Tendências na cultura da soja

Além dos desafios, também devemos destacar as tendências que ditarão o futuro da cultura da soja. Veja a seguir.

Ferramentas digitais de monitoramento

Com a iminência das mudanças climáticas, os produtores devem estar preparados para enfrentar os desafios que virão acompanhados delas. Portanto, uma das tendências é o uso de ferramentas digitais de monitoramento, que levam em consideração a variabilidade espacial da lavoura na obtenção de retorno econômico e maior produtividade. 

Para isso, é feita a coleta e o processamento de dados, a fim de garantir que a produtividade seja maior e os custos sejam reduzidos. A tecnologia faz o monitoramento constante de pragas, doenças e do clima para garantir que a lavoura se desenvolva.

Estações meteorológicas próprias

O clima é um dos fatores mais importantes para a agricultura. Como é algo impossível de ser controlado, prever suas condições é a melhor forma do agricultor estar preparado para agir.

Estações meteorológicas instaladas nas próprias lavouras de soja são capazes de reunir dados de previsões climáticas num raio menor, aumentando o nível de acuracidade. Com sensores de chuva e temperatura, elas têm se tornado uma ferramenta essencial para tomada de decisão.

Ao longo deste guia, foi possível identificar o quão importante é a cultura de soja para a agricultura e para o mercado. Ela é um dos principais responsáveis por impactar a economia mundial e insumo para muitos produtos que encontramos à nossa disposição. Portanto, há uma necessidade latente de maior conhecimento sobre os processos produtivos e como torná-los mais eficientes.

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